CRP 6/33595Atendimento
Quando as conversas terminam no mesmo conflito.
Um espaço para compreender a relação, conversar sobre dificuldades e construir decisões com mais clareza.
Maria Madalena Souza Borges · Psicóloga · CRP 6/33595
Formação em terapia familiar e de casal pela UNIFESP e em sexualidade humana pela FMUSP. Conheça a formação completa ↗
Antes do primeiro encontro
Você pode começar com uma pergunta.
No primeiro contato, pergunte sobre modalidade, local, disponibilidade e condições. Não é necessário contar detalhes íntimos por mensagem.
O encontro inicial oferece espaço para apresentar sua procura, esclarecer como o atendimento funciona e conversar sobre o formato adequado. A duração do acompanhamento depende da demanda e da avaliação profissional.
Consultar atendimento pelo WhatsApp ↗Quando procurar terapia de casal?
Discussões que se repetem, distância emocional, dificuldades na intimidade e mudanças importantes podem motivar a procura. Não é preciso esperar que a convivência se torne insustentável. Cada casal chega com uma história e objetivos próprios.
O que acontece nos encontros?
A conversa se volta para a relação: como as pessoas se comunicam, o que esperam uma da outra e como lidam com diferenças. O acompanhamento busca ampliar a compreensão desses padrões e das possibilidades de mudança, respeitando as decisões de cada pessoa.
Um espaço para decisões, sem uma resposta imposta
O atendimento não tem como compromisso manter ou terminar o relacionamento. Pode ajudar a compreender uma crise, reorganizar acordos e conversar sobre caminhos possíveis. As decisões pertencem ao casal.
Mudanças que também atravessam a relação
Nascimento de filhos, perdas, aposentadoria, problemas financeiros e mudanças na rotina podem alterar a convivência. A terapia permite olhar para esses acontecimentos e para seus efeitos na relação.
Leituras relacionadas
Para entender melhor

Meu parceiro não quer fazer terapia de casal. Como buscar ajuda?
Você pode buscar atendimento individual mesmo que seu parceiro não queira participar. A recusa ao encontro conjunto merece uma conversa, mas não impede que você procure apoio para compreender sua experiência.
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Brigamos sempre pelo mesmo motivo: como compreender esse ciclo?
Quando uma discussão se repete, vale olhar tanto para o assunto quanto para a maneira como a conversa acontece. A terapia de casal pode ajudar a examinar esse padrão, sem escolher um vencedor.
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Terapia de casal depois de uma traição: o que pode ser trabalhado?
Depois de uma traição, a terapia pode oferecer espaço para compreender o impacto, discutir limites e examinar decisões. O atendimento não exige perdão nem garante a reconstrução do relacionamento.
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Ciúme na relação: quando a insegurança afeta a convivência
Ciúme pode aparecer em uma relação, mas não autoriza vigilância, ameaças ou controle sobre a outra pessoa.
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Quando o diálogo do casal vira uma discussão repetida
Uma conversa pode ficar presa no mesmo caminho: cobrança, defesa, afastamento e nova cobrança. Compreender o padrão ajuda a formular melhor o problema.
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Como funciona a primeira sessão de terapia de casal?
O primeiro encontro oferece espaço para conhecer a demanda e esclarecer como será o acompanhamento.
Ler o texto ↗Perguntas frequentes
Dúvidas sobre o atendimento
Precisamos estar decididos a continuar juntos?
Não. A procura pode partir de uma dúvida sobre o relacionamento. O atendimento oferece espaço para conversar sobre a situação e os caminhos possíveis, sem impor a continuidade ou a separação.
Precisamos participar juntos?
A terapia de casal costuma envolver as duas pessoas. A composição dos encontros e a adequação dessa modalidade são conversadas com a profissional. Se uma pessoa não quiser participar, é possível consultar sobre atendimento individual.
A psicóloga decide quem está certo?
O trabalho não é um julgamento para apontar um vencedor. A proposta é compreender a relação, as perspectivas de cada pessoa e os padrões de convivência.
A terapia pode ajudar durante uma separação?
Pode oferecer espaço para compreender decisões e questões de convivência, inclusive quando há filhos. A indicação e os objetivos dependem da situação.
Quantas sessões serão necessárias?
Não há um prazo único. Frequência, objetivos e continuidade são avaliados durante o acompanhamento.
E quando há violência ou medo?
Situações de violência, ameaça ou coerção precisam de avaliação específica e proteção. O atendimento conjunto não é uma indicação automática. Em risco imediato, procure um serviço de emergência.
Seu próximo passo
Você pode começar
por uma conversa.
Pergunte sobre o atendimento e consulte disponibilidade. Sem precisar contar tudo por mensagem.